Toda organização moderna lida com informações de identificação pessoal (PII) em uma forma ou outra, seja em registros de funcionários, dados de conta de clientes ou credenciais de início de sessão.
À medida que a rede da sua empresa se expande por plataformas em nuvem, dispositivos remotos, prestadores de serviço e ferramentas SaaS, a PII circula por mais sistemas, mais fluxos de trabalho e mais pessoas. Isso faz da privacidade e da segurança não apenas obrigações legais, mas prioridades operacionais.
Os riscos e as responsabilidades relacionados à PII não podem ficar em segundo plano. Em 2025, a IBM constatou que o custo médio global de uma violação de dados chegou a US$ 4,4 milhões(nova janela), alta de 10% em relação ao ano anterior e o maior aumento desde a pandemia. Os dados de violações de 2025 da Verizon acrescentam um contexto importante: 60% das violações envolveram um elemento humano, como práticas inadequadas com credenciais, gestão de acesso deficiente e erros por descuido que criam sérios riscos para os negócios.
Em outras palavras, controles fracos em torno da PII podem rapidamente se tornar um problema de nível de diretoria, envolvendo perda de receita, exposição jurídica, perda de clientes e danos à reputação.
Este artigo explica o que PII significa no ambiente empresarial moderno, por que ela concentra riscos, quais responsabilidades as organizações têm e quais práticas reduzem a exposição com mais eficácia. Também vamos ver quais ferramentas corporativas as organizações podem usar para dar suporte a um controle de acesso mais robusto e à higiene de credenciais como parte de uma estratégia mais ampla de privacidade e segurança.
O que são informações de identificação pessoal (PII) e por que elas importam para as empresas?
Por que as organizações devem se preocupar com PII
Os riscos associados à PII em ambientes digitais
As responsabilidades organizacionais ao lidar com PII
Práticas de segurança que protegem a PII
Como o Proton Pass for Business dá suporte à proteção de PII
O que são informações de identificação pessoal (PII) e por que elas importam para as empresas?
Informações de identificação pessoal, ou PII, são quaisquer informações que possam identificar um indivíduo específico direta ou indiretamente. Isso inclui identificadores óbvios, como nomes completos, números de passaporte, números de previdência social e detalhes de cartões de pagamento.
Segundo o National Institute of Standards and Technology (NIST), os dados de PII podem ser definidos de forma ampla como informações capazes de distinguir ou rastrear a identidade de uma pessoa, isoladamente ou quando vinculadas a outros dados. A definição do NIST também inclui explicitamente informações que estejam “vinculadas ou vinculáveis” a uma pessoa. Isso é importante em sistemas digitais modernos, nos quais a identidade muitas vezes é inferida a partir de conjuntos de dados, em vez de ficar exposta em um único campo.
De forma menos óbvia, a PII também inclui informações que podem identificar alguém dependendo do contexto, como IDs de dispositivo, endereços IP, histórico de localização, credenciais de início de sessão ou combinações de pontos de dados que, de outra forma, seriam comuns. O nome de solteira da mãe ou o endereço residencial podem parecer inofensivos isoladamente, mas, combinados com uma data de nascimento ou número de conta, esses pontos de dados podem ser suficientes para verificar a identidade, contornar controles de segurança ou viabilizar atividade fraudulenta. A PII não se limita a documentos governamentais ou dados financeiros; ela também pode incluir os rastros digitais que tornam possível rastrear alguém on-line.
Em programas modernos de privacidade de dados e cibersegurança, a PII é tratada como altamente sensível porque o acesso ou a divulgação não autorizados podem levar a roubo de identidade, fraude e violações regulatórias. Um endereço de e-mail em um CRM, o endereço residencial de um funcionário na folha de pagamento, um identificador de navegador vinculado ao comportamento do usuário ou uma nota de suporte que inclua o histórico da conta podem se qualificar como dados pessoais sensíveis no contexto certo. Proteger a PII exige controles de acesso robustos, criptografia e políticas claras que determinem como as informações pessoais são coletadas, armazenadas e compartilhadas.
Por que as organizações devem se preocupar com PII
A PII está na interseção entre privacidade, segurança, conformidade e confiança. Se uma organização não consegue proteger os dados que identificam seus clientes, funcionários ou parceiros, não está apenas diante de uma fraqueza técnica. Está diante de um problema de governança e conformidade.
Isso é especialmente relevante em ambientes distribuídos. Aplicativos em nuvem, trabalho remoto, dispositivos compartilhados, prestadores de serviço e fornecedores terceirizados ampliam o número de pontos a partir dos quais a PII pode ser acessada, duplicada ou exposta.
As orientações do European Data Protection Board (EPDB) enfatizam um princípio semelhante: as organizações precisam entender quais dados pessoais processam, onde eles são armazenados, para onde podem se mover dentro da rede e quem tem acesso a eles para atender aos requisitos de responsabilização previstos no GDPR. Isso parece simples, mas, na prática, é justamente aí que muitas empresas falham.
A proteção de PII também tem valor comercial direto para sua empresa: seus clientes e consumidores esperam que você demonstre como os dados pessoais são protegidos na prática, enquanto os reguladores exigem controles documentados, trilhas de auditoria e aplicação verificável.
Da mesma forma, funcionários esperam um tratamento responsável dos dados de RH e folha de pagamento, e clientes esperam que as promessas de privacidade feitas em materiais de marketing e em avisos legais sejam sustentadas por proteções operacionais reais.
No geral, uma governança sólida de PII dá suporte à conformidade, simplifica as aquisições ao abordar avaliações de risco de fornecedores e requisitos de due diligence, melhora a retenção de clientes e fortalece a credibilidade da marca.
Os riscos associados à PII em ambientes digitais
Independentemente do setor em que sua organização atua, os principais riscos em torno da PII hoje vêm de uma combinação de escala, dispersão e fragilidades nas credenciais. A maioria das organizações usa dezenas ou centenas de serviços digitais, e cada um cria mais um ponto de acesso a partir do qual dados pessoais podem ser armazenados, visualizados, exportados ou compartilhados.
Segundo o DBIR 2025 da Verizon, a principal forma de invasão tanto em PMEs quanto em grandes organizações é o uso de credenciais roubadas, com 32% nas grandes organizações e 33% nas PMEs. O uso de credenciais roubadas tem sido uma das formas mais comuns de entrar em uma organização nos últimos anos, o que reforça uma lição já conhecida sobre a importância de manter um controle de acesso rigoroso a dados sensíveis da empresa, de funcionários e de clientes.
Na verdade, descobertas recentes do Data Breach Observatory da Proton destacam o quanto os dados pessoais são expostos de forma consistente em incidentes reais. Nomes e endereços de e-mail aparecem em quase 9 de cada 10 violações, o que faz deles os tipos de dado comprometidos com maior frequência. Informações de contato, como números de telefone e endereços físicos, são expostas em 75% das violações, enquanto senhas estão envolvidas em 47% dos incidentes.
Esses números reforçam uma realidade crítica para as organizações: até pontos de dados aparentemente “de baixo risco” podem se tornar de alto risco quando agregados ou reutilizados entre sistemas.
O relatório também mostra como invasores combinam informações para aumentar o impacto. Em 42% das violações, tanto o nome quanto o endereço físico de uma pessoa são expostos juntos. Essa combinação é particularmente valiosa para roubo de identidade e golpes direcionados. Enquanto isso, dados altamente sensíveis, como documentos oficiais de identificação, registros de saúde e outros identificadores pessoais, aparecem em 37% dos incidentes, e informações financeiras são expostas em cerca de 5% dos casos.
Ameaças comuns aos dados pessoais
As causas mais comuns da exposição de PII são bem conhecidas, mas isso não as torna menos prejudiciais. Elas incluem ataques externos, como phishing, credential stuffing, ransomware e comprometimento de e-mail corporativo.
O comprometimento de e-mail corporativo (BEC) é um cibercrime sofisticado e altamente direcionado em que invasores se passam por executivos, funcionários ou fornecedores de confiança por e-mail para enganar vítimas e fazê-las transferir fundos ou revelar dados sensíveis, tornando-se uma das formas mais sofisticadas de explorar vulnerabilidades de sistemas.
É fácil ver como vulnerabilidades pessoais podem se tornar superfícies de ataque organizacionais. Essas ameaças normalmente exploram fragilidades no nível individual, como permissões frouxas, credenciais compartilhadas, práticas inconsistentes de desligamento e o uso de ferramentas de shadow IT para armazenamento de dados. Cada uma dessas ameaças representa um possível ponto de entrada que agentes mal-intencionados estão bem posicionados para identificar e explorar.
Isso é consistente com o DBIR 2025, que constatou que o elemento humano esteve envolvido em 60% das violações. Erros são inevitáveis, por isso as organizações precisam de sistemas que partam do princípio de que as pessoas vão errar e que reduzam o raio de impacto quando isso acontecer.
Da mesma forma, a perda de dispositivos e protocolos inadequados de descomissionamento representam ameaças significativas à proteção de dados de PII. A ENISA observa que as informações pessoais frequentemente ficam em risco quando empresas não protegem laptops, mídias de backup ou armazenamento portátil. Essa vulnerabilidade aumenta quando os dados circulam fora de ambientes controlados, como em dispositivos de funcionários sob um esquema bring your own device (BYOD). Você deve apagar com segurança, destruir ou descomissionar hardware como laptops, drives de backup ou dispositivos USB antes da reutilização ou do descarte, porque esses dispositivos podem deixar dados residuais acessíveis a partes não autorizadas.
Isso faz parte da estrutura do GDPR, que exige que as organizações gerenciem todo o ciclo de vida dos dados pessoais, incluindo armazenamento, transferência e descarte, como parte de suas obrigações de segurança. Sem processos claros para rastreamento de dispositivos, exclusão segura e gestão de ativos, empresas podem criar sem querer caminhos para violações de dados que são difíceis de detectar e ainda mais difíceis de remediar, especialmente em ambientes de trabalho híbrido, nos quais os pontos de extremidade estão amplamente distribuídos.
Consequências da exposição
Quando as organizações não conseguem proteger a PII, as consequências costumam se agravar rapidamente. Uma única violação de dados pode expor milhares, ou até milhões, de registros pessoais, desencadeando investigações regulatórias, penalidades financeiras e danos à reputação.
Para a organização, os impactos costumam se espalhar por várias áreas ao mesmo tempo:
- Resposta a incidentes
- Análise jurídica
- Comunicações com clientes
- Gestão de fornecedores
- Seguro cibernético
- Notificação regulatória
- Remediação
Os custos raramente se limitam à perícia forense e às notificações. Pesquisas do Ponemon Institute mostram que incidentes relacionados a agentes internos custam às organizações em média mais de US$ 17 milhões por ano, refletindo o ciclo completo de detecção, investigação, contenção e recuperação.
Esses números mostram que os custos das violações são impulsionados tanto pela interrupção operacional, pela exposição jurídica e pela perda de negócios quanto pela própria resposta ao incidente.
Incidentes internos maliciosos, em que funcionários, prestadores de serviço ou parceiros fazem uso indevido intencional de acesso legítimo a sistemas ou dados, são particularmente onerosos. Ao contrário de ataques externos, esses incidentes muitas vezes contornam totalmente as defesas de perímetro, o que os torna mais difíceis de detectar e mais danosos quando os dados são expostos. As ameaças internas também podem incluir ações negligentes, como o manuseio incorreto de credenciais ou a exposição não intencional de dados, que respondem por uma parcela significativa das violações no mundo real.
É por isso que a proteção de dados como um todo, e a segurança de PII em particular, precisa ser tratada como uma disciplina contínua de negócios, e não como um exercício reativo de conformidade. As maiores ameaças de cibersegurança da atualidade — phishing, senhas fracas, ransomware e engenharia social — são comuns porque exploram lacunas operacionais, e não apenas erros de software.
As responsabilidades organizacionais no tratamento de PII
Espera-se que as organizações que coletam ou processam PII façam mais do que apenas evitar negligências óbvias. Espera-se que elas estabeleçam regras claras para coleta, acesso, retenção, proteção e resposta.
Obrigações legais e regulatórias
O padrão legal exato depende da jurisdição e do setor, mas as responsabilidades centrais são consistentes:
- Como empresa, você deve coletar apenas a PII de que precisa.
- Explique por que você está coletando esses dados e por que os está usando.
- Restrinja o acesso aos dados de PII ao pessoal autorizado.
- Proteja a PII com salvaguardas técnicas e organizacionais.
- Responda adequadamente se a PII for comprometida.
As leis internacionais de proteção de dados, incluindo o framework do GDPR, enfatizam mapeamento de dados, revisão de acesso, minimização e descarte seguro como requisitos fundamentais para uma governança de dados responsável. Isso também significa que a maioria dos processos de negócios se enquadra no escopo dos regulamentos sobre PII, já que todos lidam com informações potencialmente sensíveis de uma forma ou de outra.
Mesmo para pequenas e médias empresas com recursos limitados, essas obrigações podem se acumular rapidamente. Elas podem precisar cumprir o GDPR e requisitos locais de privacidade, além de atender às expectativas de segurança de parceiros e clientes. Criar um programa de privacidade simples e escalável ajuda a atender a essas demandas sobrepostas sem adicionar complexidade desnecessária.
O Proton for Business oferece a proprietários e gestores de empresas as soluções criptografadas, ferramentas e recursos certos para ajudar a lidar com essas exigências sobrepostas, oferecendo salvaguardas práticas que reforçam o controle sobre dados sensíveis sem adicionar complexidade desnecessária.
Transparência e responsabilização
A governança de PII também depende da capacidade de explicar o que está acontecendo dentro da sua organização. Isso inclui avisos de privacidade claros, regras de retenção documentadas, registros de acesso, supervisão de fornecedores e evidências de que as políticas são realmente aplicadas.
Sendo assim, a responsabilização interna é importante. Toda organização deve saber quem responde pelas decisões de privacidade, quem aprova o acesso a dados sensíveis, quem revisa incidentes e quem é responsável por remover o acesso de usuários e fornecedores. Sem responsáveis claramente definidos, o acúmulo indevido de acessos e os processos paralelos tendem a ocupar esse espaço.
Práticas de segurança que protegem a PII
Proteger a PII exige controles em camadas, não um único produto ou política. Os programas mais resilientes combinam minimização, criptografia, governança de acesso, treinamento de funcionários, monitoramento e uma resposta a incidentes consistente.
Minimização e classificação de dados
O primeiro controle é o menos glamouroso e um dos mais eficazes: manter menos dados sensíveis na sua organização. A FTC aconselha as empresas a fazer um inventário das informações pessoais e reduzir o que retêm. Se os dados não forem necessários para a finalidade comercial, não devem ser coletados.
A classificação fortalece esse processo. Nem toda PII traz o mesmo risco. Registros de folha de pagamento, detalhes financeiros de clientes, informações de saúde e repositórios de credenciais não devem ser tratados com os mesmos pressupostos que dados de preferências de marketing. A classificação ajuda as organizações a alinhar os controles ao impacto.
Criptografia e controle de acesso
A criptografia deve proteger a PII tanto em repouso quanto em trânsito. Mas a criptografia, por si só, não basta se o acesso for amplo demais ou se as credenciais forem fracas. As organizações também precisam de um modelo de privilégio mínimo, revisões regulares de acesso, compartilhamento controlado de credenciais, rotação de credenciais para sistemas sensíveis e revogação rápida quando as funções mudam.
Isso é especialmente importante porque as violações modernas muitas vezes começam com credenciais válidas, e não com uma invasão por força bruta. Se a pessoa errada consegue iniciar sessão com sucesso, a criptografia na camada de armazenamento não impedirá o comprometimento.
Autenticação forte e bons hábitos com senhas
A higiene de credenciais continua sendo um dos controles de maior impacto disponíveis para a maioria das organizações. Senhas fortes e exclusivas com autenticação de dois fatores (A2F), monitoramento da integridade das senhas e políticas de compartilhamento seguro abordam simultaneamente os problemas de segurança mais comuns. O Proton Pass for Business, um gerenciador de senhas empresarial seguro, dá suporte a esse modelo com armazenamento de senhas criptografado de ponta a ponta, um autenticador de A2F integrado, verificações de integridade das senhas, monitoramento da Dark Web e políticas de equipe que permitem aos administradores aplicar as melhores práticas em escala.
Isso importa porque configurações seguras por padrão superam consistentemente lembretes de políticas. Se os funcionários precisarem lembrar e gerenciar credenciais complexas manualmente, a reutilização, o compartilhamento inseguro e o armazenamento inseguro inevitavelmente acabam surgindo. Em contraste, ferramentas como o Proton Pass for Business incorporam práticas seguras diretamente aos fluxos de trabalho diários, gerando senhas fortes e exclusivas automaticamente, armazenando-as com criptografia de ponta a ponta e permitindo o compartilhamento seguro sem expor as credenciais.
Monitoramento, alertas e testes
Quando se trata de monitorar o acesso a dados sensíveis de PII, as empresas dependem de controles como registros de auditoria, alertas de atividade incomum, rastreamento de falhas de início de sessão e revisões regulares de acessos privilegiados. O Proton Pass for Business dá suporte a essas práticas com registros detalhados de atividade, relatórios de uso e visibilidade baseada em IP, permitindo uma supervisão operacional mais robusta e simplificando a preparação de auditorias e relatórios de conformidade.
Os controles também devem ser testados regularmente. Exercícios de mesa, revisões de acesso, testes de penetração e simulações de incidentes ajudam você a garantir que suas políticas sejam eficazes em cenários do mundo real, e não apenas documentadas no papel.
Treinamento de funcionários e cultura no ambiente de trabalho
A conscientização em segurança continua sendo importante porque muitos incidentes começam com phishing, roubo de credenciais ou manuseio inseguro de dados por usuários legítimos. O guia de cibersegurança da Proton defende políticas consistentes e repetíveis, hábitos anti-phishing e rotinas voltadas para a segurança, em vez de lembretes anuais isolados.
Uma cultura forte de segurança não significa dizer aos funcionários para terem mais cuidado. Significa tornar o caminho seguro o caminho fácil. Isso inclui ferramentas aprovadas, canais claros para escalonamento, políticas simples para compartilhar acessos e treinamento prático baseado em cenários reais.
Retenção de dados, exclusão segura, gerenciamento de fornecedores e resposta a incidentes
A retenção é uma questão de segurança, não apenas uma questão de registros. Quanto mais tempo a PII é mantida, mais sistemas ela alcança e mais valor oferece aos invasores. Isso acontece porque, com o tempo, os dados pessoais serão duplicados em backups, plataformas de análise, ferramentas de terceiros e dispositivos de funcionários, ampliando o número de possíveis pontos de acesso. Isso aumenta a superfície de ataque e também dificulta que as organizações rastreiem, protejam e excluam esses dados de maneira controlada.
Sendo assim, as empresas devem definir períodos de retenção e processos de exclusão segura tanto para sistemas ativos quanto para backups.
O gerenciamento de fornecedores faz parte da mesma discussão. Prestadores de serviço frequentemente lidam com dados de folha de pagamento, identificadores de análise, registros de suporte e dados de autenticação. Os contratos devem abranger expectativas de proteção de dados, e o acesso deve ser limitado e passível de revisão.
Por fim, toda organização que lida com PII precisa de um plano documentado de resposta a incidentes. As diretrizes de resposta a violações(nova janela) do GDPR enfatizam a notificação rápida às empresas e instituições afetadas, quando apropriado, juntamente com etapas de contenção e recuperação. Velocidade importa, mas preparação também.
Como proprietário ou gestor de uma empresa, você deve ter políticas rigorosas sobre como armazenar dados de PII com segurança em um banco de dados. Isso normalmente envolve uma abordagem em camadas que inclui criptografia em repouso, gerenciamento robusto de credenciais, controles de acesso rigorosos, registros de auditoria e monitoramento regular da atividade do banco de dados.
Como o Proton Pass for Business dá suporte à proteção de PII
Os programas de segurança de PII têm sucesso quando reduzem a exposição real sem desacelerar as equipes, quando a cibersegurança faz parte da sua cultura de segurança e privacidade em vez de ser algo deixado para depois. É aí que um gerenciador de senhas empresarial pode ter um papel relevante, especialmente porque as credenciais protegem as portas de entrada para sistemas de RH, ferramentas financeiras, CRMs, plataformas de suporte, infraestrutura de desenvolvimento e armazenamento em nuvem.
O Proton Pass for Business foi desenvolvido com vários controles diretamente relevantes para a proteção de PII. O Proton Pass opera com um modelo de conhecimento zero e criptografia de ponta a ponta para senhas, passkeys, cartões de crédito, notas e metadados, de modo que até mesmo campos sensíveis, como nomes de usuário e URLs de sites, ficam criptografados. Ele também é protegido pela legislação suíça de privacidade e apoiado por um modelo de código aberto auditado de forma independente.
Do ponto de vista operacional, a oferta empresarial adiciona administração centralizada, registros de auditoria, verificações de integridade das senhas, monitoramento da Dark Web, compartilhamento seguro de cofres e itens, políticas de equipe e suporte a SSO e SCIM para ambientes empresariais. O Proton Pass for Business dá suporte às organizações não apenas com armazenamento pessoal de senhas, mas também com governança de acesso em toda a empresa.
Práticas sólidas de segurança de credenciais são uma das melhores maneiras de reduzir a exposição de PII. Quando as equipes conseguem gerar e armazenar credenciais exclusivas, compartilhá-las com segurança, com recurso de preenchimento automático, monitorar senhas fracas ou reutilizadas e revogar acessos rapidamente durante o desligamento, elas reduzem as chances de que um problema com credenciais se transforme em um incidente de privacidade.
O Proton Pass for Business oferece supervisão administrativa centralizada, aplicação de políticas, compartilhamento seguro e visibilidade sobre alterações e eventos. O Proton Pass também pode dar suporte a práticas mais amplas de proteção de identidade e anti-phishing. Por exemplo, aliases do hide-my-email podem ajudar os usuários a limitar a exposição de seus endereços de e-mail reais, o que pode reduzir o spam e a pressão de phishing em alguns fluxos de trabalho.
Para organizações que lidam com suporte ao cliente, contas de teste e cadastros baseados em função, isso pode ser útil como parte de uma estratégia mais ampla de higiene de identidade.
No entanto, nenhum gerenciador de senhas, incluindo o Proton Pass, resolve sozinho a proteção de PII. Um gerenciador de senhas não substitui o mapeamento de dados, as políticas de retenção, DLP, a segurança de ponto de extremidade nem o trabalho de conformidade legal. Mas ele pode reduzir um dos caminhos mais comuns para o comprometimento de PII: o tratamento inconsistente de credenciais entre pessoas, aplicativos e equipes.
Perguntas frequentes sobre PII
O que é informação de identificação pessoal (PII)?
PII é informação que pode identificar uma pessoa direta ou indiretamente. O NIST a define como informação que pode distinguir ou rastrear a identidade de um indivíduo, isoladamente ou quando combinada com outros dados relacionados. Isso pode incluir nomes, documentos de identificação emitidos pelo governo, credenciais de conta, detalhes financeiros, endereços IP, dados de localização e outros identificadores, dependendo do contexto.
No contexto dos frameworks modernos de conformidade, as organizações costumam perguntar o que é PII em programas de privacidade de dados. Em termos simples, PII se refere a qualquer informação que possa identificar um indivíduo direta ou indiretamente quando combinada com outros dados.
As definições regulatórias também variam um pouco entre jurisdições. Por exemplo, as organizações costumam perguntar o que são dados PII no Reino Unido, onde o GDPR do Reino Unido considera identificadores como endereços IP, dados de localização e identificadores de dispositivo como dados pessoais se puderem ser vinculados a um indivíduo.
Por que proteger PII é importante para as empresas?
Porque a exposição de PII pode desencadear fraude, roubo de identidade, obrigações legais, notificações a clientes, danos reputacionais e grandes perdas financeiras. Dados recentes sobre relatórios de violações e custos mostram que a escala e o impacto nos negócios de incidentes de privacidade são significativos.
Como as organizações podem proteger dados PII com mais eficácia?
A abordagem mais eficaz é em camadas: colete menos dados, classifique o que você mantém, criptografe esses dados, restrinja o acesso, exija autenticação forte, treine funcionários, monitore atividades suspeitas, avalie fornecedores e mantenha um plano de resposta a incidentes testado. As orientações da FTC enfatizam especificamente saber quais dados você tem, por onde eles circulam e quem pode acessá-los.
Quais são os maiores riscos da exposição de PII hoje?
Os maiores riscos incluem phishing, roubo de credenciais, ransomware, uso indevido interno, contas com acesso excessivo, processos fracos de desligamento, dispositivos perdidos e exposição por terceiros. Tanto os relatórios DBIR da Verizon quanto a análise de violações do Privacy Rights Clearinghouse mostram que o abuso de credenciais e o risco de provedores de serviços continuam sendo fatores importantes em incidentes modernos.
O que são incidentes de terceiros ou da cadeia de suprimentos em cibersegurança?
Incidentes de terceiros ou da cadeia de suprimentos acontecem quando uma violação de segurança se origina não dentro dos seus próprios sistemas, mas por meio de um fornecedor, prestador de serviços ou parceiro externo que tem acesso aos seus dados ou à sua infraestrutura. Empresas modernas dependem fortemente de serviços em nuvem, plataformas SaaS e ferramentas externas, por isso esses incidentes são cada vez mais comuns. Se um fornecedor que gerencia suas credenciais, análises ou sistemas de comunicação for comprometido, invasores poderão obter acesso indireto aos dados da sua organização.
Que função um gerenciador de senhas desempenha na proteção de dados PII?
Um gerenciador de senhas para empresas ajuda a proteger o acesso aos sistemas onde PII é armazenada ao gerar credenciais fortes e exclusivas, armazená-las com segurança, permitir compartilhamento controlado e melhorar a visibilidade da atividade de acesso.
Gerenciadores de senhas para empresas são especialmente úteis para reduzir a reutilização de senhas, proteger contas compartilhadas e dar suporte a fluxos de integração e desligamento. O Proton Pass for Business adiciona criptografia de ponta a ponta, verificações de integridade da senha, registros de auditoria e controles centralizados de administrador para dar suporte a esses objetivos.






