Como uma revista que pertence aos leitores está deixando a Big Tech para trás

Visão geral:
Perfil da empresa: Republik
Setor: Mídia | Jornalismo investigativo | Editorial
Tamanho da empresa: ~50 funcionários
Por que a Proton foi a escolha certa:
Criptografia de ponta a ponta que coloca o conteúdo dos e-mails fora do alcance de qualquer autoridade
Sem exposição ao CLOUD Act ou à jurisdição dos EUA
Um provedor comprometido em se mudar antes de cumprir leis que comprometeriam os dados dos usuários
Um conjunto de ferramentas que cobre e-mail, credenciais e proteção de rede em um só lugar
A Republik quer que a verdade seja dita, mesmo que isso custe a conveniência. É por isso que ela escolheu um modelo de negócios baseado em assinantes, em vez de depender do capital de um grande proprietário e de seus interesses subjetivos. Independência editorial total significa que seus jornalistas podem fazer reportagens livremente sobre vigilância, abusos do governo e os limites do poder institucional.
A revista sediada na Suíça está se preparando para mudar suas comunicações e operações para fora da infraestrutura da Big Tech com o objetivo de reter a independência editorial que define seu jornalismo.
A Republik migrou para o Proton Mail, Proton Pass e Proton VPN, garantindo aos seus jornalistas e-mail criptografado de ponta a ponta, gerenciamento seguro de credenciais e conexões de rede protegidas. Docs, Meet e Calendário estão no cronograma para os próximos doze meses.
O desafio
Proteger os jornalistas que cobriam essas matérias já era motivo suficiente para proteger seus e-mails. Mas a pressão também veio de outra direção. Os leitores — cada vez mais conscientes das violações de segurança e privacidade da Big Tech — começaram a manifestar preocupações sobre o uso do Gmail pela Republik. "Ninguém foi mais crítico em relação ao nosso uso do Gmail do que nossos leitores", disse Olivier Baumann, líder de tecnologia e vice-diretor executivo da Republik.
A Republik tem um histórico de construção da sua própria infraestrutura, desde um sistema de gerenciamento de conteúdo próprio até ferramentas auto-hospedadas. Mas o que antes parecia autossuficiência veio com compensações e custos operacionais que hoje são mais difíceis de justificar.
"Você pode criar seus próprios servidores de arquivos para uso pessoal, mas, quando é uma empresa, há a segurança, a conformidade, tudo isso. Torna-se irreal executar todos esses serviços por conta própria."
Por que a Republik escolheu o Proton
Criptografia que protege as fontes
Com o Proton Mail, a Republik encontrou o que o Google não podia oferecer: criptografia que coloca o conteúdo dos e-mails fora do alcance de qualquer pessoa — incluindo do próprio Proton.
"Não há como entregarmos o conteúdo dos e-mails dos nossos jornalistas a nenhuma autoridade que queira saber o que eles estão discutindo", disse Baumann. "Isso é extremamente valioso para proteger nossos jornalistas."
Proteção contra a jurisdição dos EUA
A mudança também protege a Republik do CLOUD Act, uma lei que dá às autoridades americanas o poder de obrigar empresas de tecnologia sediadas nos EUA a entregar dados armazenados em qualquer lugar do mundo, independentemente de onde o usuário esteja ou de quais leis do país normalmente o protegeriam.
Um provedor que não se deixará pressionar
Para Baumann, o maior diferencial do Proton não é onde ele está sediado. É a disposição da empresa de se mudar antes de cumprir leis que comprometeriam os dados dos usuários.
"Não me importo onde algo está hospedado — Suíça, União Europeia, seja onde for. O que importa é a lei."
Se a Suíça aprovasse uma legislação exigindo portas dos fundos, ele sabe que pode esperar que o Proton vá embora(nova janela) em vez de cumpri-la.
Protegendo toda a operação
Proteger o e-mail foi o primeiro passo, mas a comunicação é apenas uma parte da superfície de ataque de uma redação. Desde então, a Republik se expandiu para o Proton Pass, o que garante que as credenciais sejam sempre compartilhadas de forma segura e o acesso possa ser revogado no momento em que alguém sai da empresa. O Proton VPN vai ainda mais longe, ocultando quais sites e serviços os jornalistas estão acessando, tornando mais difícil conectar um repórter a uma fonte, a uma matéria ou a uma localização apenas a partir do seu tráfego de internet.
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A ferramenta Easy Switch do Proton migra seus e-mails, calendários e contatos em minutos — sem perda de dados e sem custos operacionais de TI.
